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domingo, fevereiro 29, 2004

Compactos de cabeceira - JJ 

Nada como de vez em quando parar e revisitar os clássicos - dos anos 80. Para ouvir o recentemente (re)editado "Two rainy nights - Live in Seattle and Portland" de Joe Jackson - gravado em 2001 e na altura editado para coleccionador apenas. Joe Jackson com um grupo de músicos de inspiração latina e percussão "por um tubo". Não sendo tão intenso como "Live 1980-86" nem tão intimista como "Summer in the City - Live in NYC" serve como um "amuse gueule" enquanto não sai o próximo "Afterlife". Uma semana ainda antes de apreciar mais um disco ao vivo deste músico por muitos - tão injustamente - ignorado. Disco gravado aquando da digressão de 2003 com a banda original - 25 anos após a edição de "Look Sharp". Os 25 anitos de experiência pesam e notam-se mas sempre dá para reviver a energia que demonstrada numa noite de Maio de 1980 no Dramático de Cascais.

sábado, fevereiro 28, 2004

Welcome to the NFL 

Há sempre uma primeira vez para criticar - construtivamente pois tal é a única forma de crítica aceite por pessoas de bem - um bloguista. O amigo e colega emigrante NMP defende no seu Mar Salgado a posição liberal do Economist lançando um aviso sério à navegação do Presidente Bush e aos efeitos perniciosos da recente proposta de alteração da Constituição Americana banindo o casamento entre homossexuais.

Sem entrar no debate sobre a utilidade, disparate ou relevância da proposta, apenas pretendo sublinhar o contexto de campanha eleitoral para as presidenciais em que se insere tal proposta.

Um Presidente americano inícia a campanha eleitoral para o segundo mandato na Casa Branca no dia em que toma funções para o primeiro mandato. George Bush II não tem excepção. A maioria das decisões de política interna tomadas pela Casa Branca desde Janeiro 2001 têm sempre tido em mente o impacto eleitoral nos Estados onde republicanos e democratas estavam virtualmente empatados.

Os Estados Unidos estão divididos - e sempre estiveram desde o início do mandato de Bush II - apesar dos momentos de união emocional que se seguiu aos ataques terroristas do 11 Setembro (e devidamente explorado pela falange republicana aquando da votação para o congresso em 2002 e a confortável maioria então obtida).

Actualmente Bush II e os seus principescamente pagos estrategas (os Porsche Cayenne circulando nas sinuosas ruas de Georgetown são prova disso) sabem bem que metade (ou mesmo mais de metade) do país irá SEMPRE votar contra Bush. O slogan "ABB - Anyone But Bush" é sintomático do estado de espírito da oposição democrata. Assim sendo não há que pensar - por agora - em tal população.

Por agora Bush apenas está preocupado em unir a ala direita do partido republicano e assegurar-se que tal importante grupo deixe o conforto das suas Ranch Houses, os duzentos canais de TV e conduza a sua SUV até à secção de voto em Novembro convicto que o seu voto faça a diferença.

Os exemplos desta postura "pragmática" da actual ala no poder dos republicanos americanos têm sido inúmeros: as tarifas - entretanto revogadas - sobre o aço, a proposta de um programa de "guest worker", os cortes fiscais em altura de défice orçamental, etc.

A proposta para alteração da constituição americana banindo os casamentos homossexuais é apenas a última a acrescentar à lista.

Claro que as coisas não são tão simples e que há uma grande quantidade de americanos que consideram tal postura como aberrante pois para estes a constituição americana é um texto quase tão sagrado como a biblia (princípio por si só aberrante). Mas tal gente nunca votaria em George Bush (pelo menos hoje). Assim sendo porquê pensar em tal minoria? E para mais tal gente não reside e não vota nos estados em que Bush concentra a sua artilharia.

Actualmente, a política americana faz-se com base na observação constante de sondagens - devidamente cruzadas com as tendências e resultados eleitorais numa série limitada de estados, facto que resulta directamente da forma como estão desenhados as diferentes leis eleitorais. O resutlado de tais análises é quase sempre a tomada de decisões cirugicamente dirigidas ao eleitorado que poderá fazer a diferença.

Mais tarde e lá para o Verão, uma vez que os candidatos democratas (Presidente e Vice-Presidente) estejam definidos tudo vai ser como sempre e as benesses gerais para todos (ou quase todos) começarão a cair:

- Os generosos fundos recolhidos pela campanha de Bush começarão a ser distribuidos - e em primeiro lugar de forma cirúgica nos estados "swinger"
- Um tal de Bin Laden poderá ser apresentado à populaça como prova da determinação do Presidente "de guerra"
- A situação no Iraque estabilizará e um tal de Saddam começará a ser julgado - e quem sabe talvez uma ou outra arma será descoberta
- A América estará mais segura contra eventuais ataques terroristas
- A economia irá melhorar, etc

Depois veremos como votarão os americanos em Novembro.

A América já habituou tudo e todos que é um país diferente e com valores que tendem a afastar-se de forma gradual dos princípios dos ex-colonizadores europeus. A Europa, ainda fraca e por vezes dividida, ainda pensa que pode controlar e domar a única hiper-potência. Mas tal apenas se tornará realidade no dia em que a Europa se dotar de posições políticas consistentes e inteligíveis.

Poderá ser triste constatar que o processo democrático na hiper-potência do mundo pareça estar determinado pela luta por uma mão cheia de "swinger voters". Mas tal é o resultado da aplicação práctica dos princípios federais que regem a América desde a sua fundação e tão bem descritos por Alexis de Tocqueville.

Os mesmos princípios que alguns gostariam de ver espelhados na futura ordem constitucional Europeia... talvez estes exemplos dos irmãos americanos sirvam afinal para alguma coisa.

Em resumo utilizo uma expressão muito americana e simplista para caracterizar os momentos de "insight" em que nos damos conta da verdadeira dimensão global de um evento: "Welcome to the NFL". Não é questão de princípio, é apenas um "big boys game" e os princípios se bem que importantes para algum, seguramente o são menos para quem formula a política desde um qualquer gabinete em Pennsylvania Avenue.

sexta-feira, fevereiro 27, 2004

Europeias 

Para quando o começo da discussão na nossa terra das eleicções europeias? Não falo da campanha ou da ida às feiras para distribuir aventais e sacos de plástico sempre sob o olho atento das objectivas dos telejornais e outros meios. Falo da discussão sobre a importância e utilidade da União Europeia, suas instituições e representantes para os cidadãos. Claro que parece ser tema aborrecido e longinquo da realidade mas urgente.
No entanto, o actual comportamento do espectro partidário nacional parece indicar a utilização do tempo de antena do debate para ajuste de contas (leia-se enviar para Bruxelas e Estrasburgos os verbos de encher e pesos mortos das sedes partidárias) e debate político estéril (sobre temas estritamente nacionais e inúteis na dimensão Europeia). Espera-se debate sério e à medida da importância do futuro de Portugal na Europa.

PS - Enquanto procurava o link para um editorial aberrante do DN (perdoem o pleonasmo) dei de caras com a opinião de Luis Delgado. Salve, mais um a gritar no vazio. Talvez alguém vá ouvindo e reagindo.

terça-feira, fevereiro 24, 2004

The Angry Young Men II 

Para quem esteja em obter o disco dos Urban Verbs - insisto, a não perder - dê uma vista de olhos no www.woundedbird.com.

Acabo de repara que não tinhamos colocado o link. Ainda temos de aprender uma técnicas mais nestas coisas da "bloguesfera".


Já acabou... 

Finalmente. Após seis anos no ar a HBO colocou um ponto final na série "Sex and City". Isto após dezenas de prémios, centenas de documentários, e milhares de páginas escritas sobre o impacto - revolucionário - desta série na redefinição do lugar da mulher (por mulher entenda-se americanas trintonas urbanas, cultas, financeiramente independentes e fúteis q.b.) na sociedade nova iorquina.

Agora que a série já era os homens poderão voltar a viver na ilusão de que o "tamanho não interessa", que as suas namoradas ou mulheres nunca se sentem tentadas pelos dotes físicos empregado de restaurante e que a masturbação é coisa apenas de machos.

Pelo menos até que recomecem as edições de DVD, as retransmissões da série noutros canais e até que saia o filme.


domingo, fevereiro 22, 2004

the Angry Young Men 

Disco de fim de semana: Urban Verbs. Finalmente editado em compacto o Long Play de estreia desta banda produto da East Coast americana dos 80. Daqueles raras obras que nada perderam com o tempo. Os Urban Verbs soam tão avant-garde em 2004 como no ano de 1980.

Aguarda-se com impaciência a edição em compacto de "early damage", o segundo - e último - Long Play dos Urban Verbs.

Para encomendarem directamente do produtor dirijam-se aqui . Casa especializada em edições em compacto de obras obscuras ou nem por isso dos anos 70 e 80.

Para os combater há que os conhecer e compreender 

Livro para (mais que um) fim de semana. A compilação - Terrorismo - coordenada por Adriano Moreira e recentemente publicada em Janeiro 2004 pela Livraria Almedina.

Seguindo o sempre eficaz método de pesquisa multi-disciplinar esta obra permite ao leitor visionar o fenómeno do novo terrorismo internacional a partir de diferentes prismas e quase sempre de grande qualidade.

Certas áreas, como a necessidade de organização e preparação interna - e internacional - dos Estados para reagirem, lutarem e prevenir catástrofes de origem terrorista, poderiam ter sido mais desenvolvidas. Existe também uma fixação com o terrorismo de origem islâmica esquecendo-se que existem outros focos que, sendo de menor intensidade, necessitam de ser devidamente estudados. No entanto, esta obra séria e de alto rigor académico é digna de registo e recomenda-se. Espera-se que outros (ou os mesmo) continuem a desenvolver a pesquisa e a incentivar o debate nesta área onde por vezes muitos são os que falam sem terem noção da importância e da urgência da mesma. Parabéns aos autores e em especial a Adriano Moreira.

Espera-se que o mundo político saiba a reagir a este tipo de alertas do mundo académico.

sábado, fevereiro 21, 2004

Já Ganhou! 

Para quem se interesse pelas coisas das eleicções americanas, primárias e outras fique sabendo que é matéria para muitas teses. Fascinante sem dúvida percorrer as diferentes leis estaduais que governam os diferentes processos eleitorais americanos. Para quem tenha insónias e muito tempo livre deleite-se aqui.

Ainda tem até à primeira terça feira a seguir à primeira segunda feira de Novembro para descobrir como se leva um nativo americano até à sala oval.

Agora ainda é vez das primárias e da selecção democrata. Um processo de selecção longo complexo mas que tem a virtude de instigar o debate político por um largo período de tempo levando até o mais alienado dos nativos a exprimir uma opinião sobre as virtudes e defeitos dos que resolvem apresentar-se à contenda.



É já nesta terça feira que realiza-se a Super Tuesday onde 11 estados vão a votos ou a "caucuses". Mas a América tem destas coisas. Pelo menos num estado o vencedor já é conhecido. No nortenho Vermont, conhecido entre outros por ser o estado natal dos gelados Ben & Jerry e ainda do Maple Syrup obrigatório sobre toda a panqueca digna desse nome, John Kerry já ganhou a guerra pelos delegados ao congresso democrata.

Tudo isto porque John Edwards - o único adversário do Senador do Massachusetts - não figura no boletim de voto em Vermont. Em meados de Janeiro, e quando o ex-Governador de Vermont - Howard Dean - liderava todas as sondagens de opinião muitos foram os candidatos de segunda linha que preferiram poupar umns milhares de doláres e de viagens de campanha a Vermont. As chances de obterem um resultado honroso eram tão baixas que alguns preferiram nem figurar nos boletins.

Mas isso foi antes do infâme "I have a SCREAM speech" proferido em Iowa e que os impiedosos media não se cansaram de repetir, colocando núvens carregadas no perfil presidenciável do Dr. de Vermont. John Edwards, até então um candidato de segunda linha e preocupado apenas em investir nos estados do Sul natal, não podia prever o De(an)scalabro, e resolveu ignorar Vermont. Com todos os outros fora da corrida em que o único candidato - ainda candidato - que surge nos boletins é o Senador Kerry.



E quem diga que na América tudo é fácil, previsível e simplório...

sexta-feira, fevereiro 20, 2004

Isto está a correr bem 

Nada como acordar bem cedo e ainda em pijama ler um ou outro jornal, passear o cão na net que é como quem diz visitar um par de blogs, tudo isto sorvendo um quente "latte" (estejam descansados pois qualquer dia o Starbucks chegará à nossa terra e todos ficarão a saber o que é pagar 5 euros por uma meia de leite com café de máquina e ainda por cima servida em taça de cartão).

Ainda com os bigodes de leite bem gravados, fico a saber que a justiça continua às turras com questões processuais - nos processos de sempre - que não há forma de travar o défice orçamental, que as estéreis discussões sobre candidatos seguem na ordem do dia, que a violência doméstica ameaça subir, que a obesidade é cada vez mais visivel, que ninguém sabe nada nem ninguém nada quer saber sobre a União Europeia. Isto está a correr bem para início de fim de semana. Se não fosse uma ou outra notícia sobre ameaças de bomba e de desvio de aviões - bem como pelo 5 dólares pagos pelo latte até podia pensar que estaria em Portugal.

domingo, fevereiro 15, 2004

Tantos Galos... 

Não é coisa de hoje nem fenómeno passageiro mas o nosso povo diverte-se a criticar candidatos. Passamos o tempo a opinar sobre os candidatos, os candidatos a candidato, os candidatos que não o são os que nunca foram e aqueles que talvez até gostassem mas que nunca serão.

Disse-me um amigo que criticamos candidatos "porque há sempre muitos candidatos". E ainda bem. Nada mais natural em regimes democráticos em passar o tempo a discutir candidatos e mais candidatos.

Ultimamente até parece coisa de galinha asiática, discute-se e opina-se febrilmente sobre candidatos para tudo.
Candidatos para a Presidência da República, para a Comissão Europeia, para o Parlamento Europeu (para o quê?), para líder partidário, para líder da indústria, para presidente de câmara, da junta e até de clube de futebol, todos são sempre candidatos a candidatos.

Alguns sentem-se tentados, outros disponibilizados. Uns dizem que nunca serão e outros que talvez o sejam, se as condições adequadas estiverem reunidas. Há aqueles que nunca admitem serem candidatos e os que o são designados por terceiros. Uns são empurrados e outros jogados fora. Uns empurram todos os outros e alguns nem sabem que o são.

A quantidade não é problema, antes pelo contrário, é saudável e desejável.

No entanto perde-se demasiado tempo a discutar os candidatos e pouca atenção é dada às candidaturas.
Raramente discutimos as ideias, os planos, os projectos e as equipas dos candidatos.

Por vezes penso que voltámos à antiga Roma dos candidatos indo de praça em praça de toga branca mostrando valentia e afirmando fidelidade e humanidade. O cenário é ligeiramente diferente mas a intenção a mesma. Mostrar o candidato - de preferência em tempo de antena de telejornal beijando peixeiras, acariciando a fronte de crianças ou inaugurando monumentos de gosto dúbio e de custo secreto (não é nenhuma referência aos estádios de futebol que brotaram nos últimos tempos em diversos cantos do rectângulo).

Raramente discutimos os projectos e nunca analisamos os resultados e a obra feita uma vez que os candidatos - eleitos ou nomeados - terminam as suas funções.

Mais uma vez a tão criticada - e por vezes justamente - mas também incompreendida sociedade americana surge com formas prácticas e rápida de levar a populaça a analisar os candidatos. Em plena época de primárias, onde os candidatos (e os seus planos, ideias e projectos) são escrutinados a pente fino por diversos e sempre exigentes grupos de interesse é conveniente investir um pouco de tempo a navegar pelos sites dos diferentes candidatos. Descobrirá não só o candidato mas as suas ideias e projectos. Até existem uma série de testes rápidos onde o cidadão poderá encontrar o seu candidato. Aquele que diz que vai fazer o que o cidadão quer feito. Esse sim, será sempre o meu candidato.

E se quiser descobrir rapidamente qual é o seu candidato, dê uma vista de olhos a este testes e veja como é fácil encontrar o seu Presidente (isto é, o Presidente dos EUA pois para os candidatos portugueses veja o telejornal ou vá até à praça ou à feira mais próxima).


http://www.presidentmatch.com/Main.jsp2?cp=main

http://www.spokesmanreview.com/quiz/2004democrats.asp

http://news.mpr.org/features/2004/01/01_newsroom_selectapres/











sábado, fevereiro 14, 2004

Futebol e globalização 

Para quem goste do "beautiful game" bem como de descobrir novas visões sobre a globalização recomendo leitura do recente artigo de Franklin Foer na edição Janeiro/Fevereiro 2004 da Foreign Policy . Visão simples mas informada sobre o fenómeno da globalização da indústria ou mercado do futebol. Fica a ideia da crecente importância economica do - ainda - único desporto verdadeiramente global. A descrição da reacção protecionista e tacanha dos "cartolas" brasileiros ao capital internacional poderia aplicar-se - nas devidas proporções - aos "papas" da diminuta liga lusitana. Aguarda-se para breve o livro do mesmo autor sobre as relações entre o futebol e a política. Talvez então o Sr Foer dedique umas linhas às estórias da nossa terra.
http://www.foreignpolicy.com/story/cms.php?story_id=2427

Começar - 1 

Estava para aqui a cogitar que já era tempo de iniciar este blogue. Ainda pensei em esperar pelo momento em que todos os membros do clâ se juntassem para trocar ideias, estratégias, tácticas e planos para finalmente chegar, e para utilizar um chavão bem na moda da inteligentsia no país que (ainda) conheço melhor, a um compromisso. Rapidamente concluí que a ideia de definir um editorial ou filosofia que reflectisse o denominador mínimo comum entre os membros deste clâ seria no mínimo pretenciosa e castrante. Para além do mais seria uma perda de tempo.
Segundo e meio depois já estava à procura de tema para o primeiro post a sério. Para dizer a verdade, o tema estava escolhido. No entanto, isto de ser principiante na blogoesfera tem que se lhe diga. Estar a escrever e-mails a nú, partilhar factos, ideias, verdades e mentiras com perfeitos estranhos na eterna esperança que um número cada vez maior de estranhos leia e comente discursos parece "hobbie" de gente graúda. Coisa de "activos prósperos" ou de "idosos integrados" (para utilizar terminologia "Marketest") com algum tempo livre, banda larga e trejeitos de "voyeur".

Assim sendo deixemo-nos de cantigas e passemos à acção.



sábado, fevereiro 07, 2004

Saudações 

Esta é a primeira mensagem deste blogue.

A nossa primeira onda para a bloguesfera luso-internacional.

A seu tempo, e assim que saibamos dominar algumas técnicas da arte de manejar blogues, definiremos a filosofia deste blogue. No entanto anunciamos de antemão que este será simples, despejado de pretensões, informativo, variado e esperemos, um ponto de encontro e de debate de todos os que partilhem e apliquem a noção de crítica constructiva.

Assim sendo saudações a todos e a todas na bloguesfera.

Balta-zar II


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