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domingo, março 28, 2004

the Ladykillers 

Um filme de humor negro. Inteligente e rídiculo q.b. na senda já habitual dos irmãos Coen. Nesta ocasião Tom Hanks substitui o quase obrigatório (em filmes dos Coen) George Clooney e apesar de um esforçado parlapié acompanhado de um eficaz riso cínico como chefe do "ensemble" não faz esquecer o Clooney de "Irmão onde estás".

Se bem que com algumas falhas aqui e ali, este é mais um "original" filme americano (re)contando uma história americana para um público americano e mais uma vez demonstrando mais algumas contradições presentes num país de enormes - e cada vez mais acentuadas - contradições. Um bom espelho da América dividida de 2004 cuja população- pelo menos os menos de 50% que teimam em votar - dentro de alguns meses terá de escolher entre Bush e Kerry - para seu presidente (de notar que raras vezes - ou quase nunca - os candidatos dizem que irão ser presidentes de todos os americanos...).

De salientar a agressiva verbalidade de alguns dos personagens (em especial presente nas breves mas intensas trocas entre Gawain Macsam e Garth Pancake), mas a vulgaridade do discurso é infelizmente realidade presente - e até venerada por uma boa parte da juventude norte americana - em qualquer disco de hip-hop moderno. Numa piada -de certo de mau gosto - aproveitam para explorar este ponto que os Coen até quase à exaustão.

Mais uma experiência dos Coen para mostrar - sempre de uma forma mordaz e de "comédie noire" - mais uma imagem real de uma (das muitas) América actual.

E por último - e se nem fosse por isto - o filme sempre valeria a pena pela música - convém destacar a redescoberta para o grande écran do Gospel. Tal como no caso de "Irmão onde estás" - onde os Coen "redescobriram" o Bluegrass, aguarda-se a publicação do compacto.

sábado, março 27, 2004

Porquê balta-zar? 

Perguntava um bloguista curioso (desculpem o pleonasmo) porque tinhamos apelidado este espaço - ainda e sempre in opera - de balta-zar.

A resposta curta e verdadeira é uma homenagem ao grande heroi da juventude Europeia dos anos 70 - o Professor Bal-bal-baltazar-balta-zar...

E quem não se lembre das aventuras do grande Professor Balta-zar que sacie a sua curiosidade passeando no website do Ministério da Ciência e Tecnologia da República da Croácia.

Enquanto se aguarda a conclusão do acordo de geminação com os irmãos croatas o laço com os pais putativos deste blog vai já para aqui ao lado.

sexta-feira, março 26, 2004

Coisas de índios e cobóis 

O informativo blog Presidenciais EUA insiste em afirmar que nos EUA o que está a dar e a vender é a literatura anti-Bush. Vender até que vende mas não é a única escrita a fazer furor na terra dos índios e cobóis. Relembro que também existe uma literatura pró-Bush também vende e muito. Vejam o exemplo da recente obra do apresentador de Televisão - da Fox news - Sean Hannity - com o sugestivo título de "Deliver Us from Evil : Defeating Terrorism, Despotism, and Liberalism". Verdade seja dita: a escrita pró-Bush tem pelo menos o aspecto positivo de conter menos contradições que aquela dos que agora o criticam.

The Lady Killers 

É já amanhâ que sai a nova aventura dos irmãos Coen - The Ladykillers. Desta vez com um Tom Hanks, segundo dizem, em forma.

Parece que vai ser um bom fim de semana... Entretanto fique-se com este artigo sobre os hermanos Coen.

Sentido de Estado 

Quando se dá uma volta pelos relatos da actividade da nossa política luso-pequenina fica-se com a sensação de se estar num mundo surreal. As coisas que li, as coisas que ouvi do que se passou na terra que conheço melhor - em reacção aos antentados desses radicais extremistas assassinos sin verguenza que os cometeram - deixa qualquer um estarrecido. Não podemos descer tão baixo. É precisamente nas alturas de crise, de insegurança e de medo que os cidadãos necessitam de sentir a confiança e firmeza de quem elegeram para liderar os negócios públicos.

Chapeau para o Presidente Sampaio e para o PM Durão. Até agora têm mantido o sangue frio e o sentido de Estado que situações de crise e de ruptura requerem.

Idades 

O frigorifico apresentava-se desinspirado e a noite até tinha caido envolta nuns agradáveis 21 graus.

O melhor era mesmo ir até um bar/restaurante bem perto para mordiscar um algo "low carb".

Toca a experimentar um daqueles sítios para estudante descontraído - como aquele que já o foi... algumas primaveras atrás.

Na entrada eis que o jovem porteiro que me pede o "BI".

É que isto de ter menos de 21 anitos e querer beber cerveja parece que é coisa ilegal.

Até tem graça quando se começa a sentir que já não se tem idade é mesmo para beber um copo em dia de semana...

terça-feira, março 23, 2004

Ainda Y-assin 

Se bem que fosse da mesma geração de John Lennon (poucos anos os separaram à nascença) cantava um outro tipo pregão. Se bem que fosse - segundo alguns outros - "líder espiritual" (conceito bizarro este de ser "líder espiritual" de uma organização considerada de terrorista por todo o mundo livre e que advoga ataques terroristas suicidas) apregoava a vingança e a morte.

Muita tinta fazem correr os assassinatos selectivos sancionados pelo Governo de Israel e muita mais irá correr nos próximos meses e anos.

Por agora recomendo a leitura do artigo no JN do lúcido Prof. Azeredo Lopes. Não se pode ser polícia, juiz e carrasco numa só mão. É sem dúvida uma negação dos valores de uma sociedade de direito e de cariz democrático.

No entanto, o fenómeno do terrorismo moderno (à falta de melhor apelidemos de "moderno" este terrorismo de massas que chega bem perto das nossas casas e famílias por outros meios que imagens de telejornal mostrando multidões enfurecidas num qualquer - sempre distante - ponto do mundo) necessita novas respostas. Quem sabe que necessite talvez mesmo de uma nova ordem de direito internacional.

Imaginemos o que seria se Senhores como Bin Laden e outros fossem detidos no nosso país? Qual seria a reacção do Estado português perante pedidos de extradição que decerto seriam emitidos por países com penas mais pesadas (e que ainda aplicam a pena de morte bem como menos factores atenuantes) que aquelas aplicadas pela nossa ordem jurídica?

Enfim, esperemos que nunca tenhamos de viver tal situação. Espera-se que "eles" façam o trabalho sujo de limpar o mundo da porcaria que por vezes nele cai.


Compactos de Cabeceira - DB 

O novo de David Byrne. Mais uma pequena pérola de um artista que teima em encontrar novas metas para a música e outras artes paralelas como o cinema, a fotografia ou mesmo... a "power point presentARTion" (esta última ilustrada pelo elíptico livro/DVD de Agosto de 2003 - E.E.E.I. (Envisioning Emotional Epistemological Information).

"Grown backwards" é um daqueles discos que merece ser ouvido enquanto se trabalha (no sector terciario entenda-se) ou se estuda. Mais um exemplo de "chamber-pop" onde os intrumentos de cordas e as percussões acústicas abrem novas portas às harmonias e letras sempre com um gosto experimental q.b. E David Byrne envereda mesmo por novos caminhos aventurando-se por novas "árias" como em "Au fond du temple saint" e "Un di felice, eterea" apenas porque acredita que tais seriam antecessoras das canções pop de hoje. A merecer uma visita também a nova versão de "Lazy" que deixa para trás os ritmos da dança da versão dos X-Press 2 que fez furor dois verões atrás.

Para ouvir sem muitos mais comentários.

Já que estamos com David Byrne chamo a atenção para o episódio dos "Simpsons" que conta com a participação do ex-cabeça falante e do dueto "this is not my beautiful ranch" com Homer Simpson. Nada mal para o curriculum do autêntico "Rock Renaissance Man" como o apelidou a revista Time em 1996.

Lisboa a 3 e Porto a 4 de Abril poderão assistir à digressão (iniciada esta semana) de David Byrne.

domingo, março 21, 2004

Michael Moore vs Rush Limbaugh 

Muito se fala e se lê sobre o bonacheirão Michael Moore (afamado autor de filmes documentários e de livros sobre as virtudes e defeitos da América verdadeira e a par do já lendário Noah Chomsky verdadeiro heroi da esquerda flutuante ou esquerda "ham-burguesa" pois nos EUA o "champagne e caviar" nem sequer é de direita... é coisa de europeu). A linguagem directa e crítica desvelada do Sr Moore é sinal que a democracia americana encontra-se saudável e recomenda-se.

Mas engana-se quem pense que a crítica e o ataque frontal aos problemas é exclusivo da esquerda Mooriana ou Chomskyana. Exitem alguns comentadores de direita que convém conhecer para melhor entender como funciona a nação mais poderosa do mundo de hoje. Convido assim a visitarem Rush Limbaugh e Sean Hannity verdadeiros portavozes de uma crescente falange de americanos cujo ponto de referência é o seu (cada vez mais prominente) umbigo.

A linguagem empregue por "El Rushbo" no seu programa radiofónico diário de cobertura por todos os EUA é simplesmente directa, não temendo nenhuma consequência ou acusação de inconsistência de alguns factos que - devido a falhas na colecta de informações - possa parecer ligeiramente adulterado. Vejamos algumas recentes "pérolas" do El Rushbo" -

"When we don't include France, Germany or the UN, it means that we're not including the world's elites and the world's socialists. That's what the Democrats of the 60s who now run the Democrat Party seek: to surrender our policy to these world elites”

“I don't think it's a crime to think we're great. I don't think it's a crime to recognize the superpower status that we have. I think it's a crime at all to recognize that we're the bastion of freedom, human rights, civil rights and that we lead the world. Nothing is wrong with this as far as I'm concerned.”


O mesmo pode ser dito do jovem Hannity que para além de comandar um espaço radiofónico diário ainda tem tempo para editar "best sellers" (o último deles com o sugestivo título de "Deliver us from evil") e ocupar cada vez mais horas de "prime time" na cadeia "Fox".

Parece que a direita radical norte americana está a usurpar as tácticas de ataque frontal e crítica mordaz até recentemente monopólio da esquerda de inspiração liberal.

Para um Europeu isto até parece ser mais um típico fenómeno das "coisas da América", mas o mais prudente será ficar com a ideia de que os americanos - de direita ou de esquerda - estão a ficar cada vez mais radicais e a pregarem cada vez mais o isolacionismo como garante da estabilidade da economia e bem-estar (leia-se obesidade) do americano médio.

A importância dos (f)blogs no jogo politíco 

Ken Mehlman, chefe da campanha para a reeleicção da dupla Bush-Cheney (ou será Cheney-Bush?) para 2004, acaba de apresentar provas irrefutaveis sobre a importância do fenómeno bloguístico na arte de fazer política de hoje.

Na passsada sexta feira o Sr Mehlman anunciou a criação para breve a criação de um "fact log" ou "flog". A ideia é apresentar os "factos" e pedir aos internautas e bloguistas para comentarem, atacarem e discutirem tais "factos" para além do estritamente partidário sítio web oficial da campanha para a reeleicção da dupla Bush-Cheney (ou será Cheney Bush?).

Mais um exemplo da "redescoberta" pelas forças políticas do poder dos "bloguesfera" para o envio de mensagens de conteúdo político para consumo das massas - tendo em conta o número crescente de pessoas (leia-se potenciais eleitores) com acesso de banda larga à Internet.

Será conveniente salientar que na mesma apresentação o Sr Mehlman "agradeceu" à campanha do candidato democrata Howard Dean a "descoberta do poder da Internet" como meio para a difusão rápida e personalizada das "boas ideias" políticas. Nada como pedir emprestado à esquerda uma série de boas ideias pioneiras e depois desenvovê-la com um ar de profissionalismo e de seriedade que os candidatos como Howard Dean não conseguiram levar a bom porto. Algo que no nosso burgo os criadores do Blogue do Caldas (sem dúvida inspirado na deriva da bloguesfera para a esquerda resultado das aventuras pioneiras da esquerda como o PS) entenderam e já colocaram mãos à obra.

sexta-feira, março 19, 2004

E se o apanharem??? 

Tinha dito que não iria comentar... mas a tentação era muito forte... E se apanharem o Al-Zawahiri o que devem fazer os seus captores?

1 - Lerem-lhe os direitos... os "Miranda rights" dos filmes policiais de produção hollywodesca
2 - Colocarem um advogado à sua disposição
3 - Concederem-lhe uma chamada telefónica
4 - Avisar o Dr Soares que o Senhor Al-Zawahiri está pronto para o diálogo...

A hora da Europa segundo o Professor 

Vale a pena ler o artigo de opinião do Professor Freitas do Amaral publicado esta semana na revista Visão. No meio de tanta palermice mediática no nosso burgo e de reacções por vezes infantis de alguns comentadores da praça aos terríveis atentados de Madrid saúde-se uma voz racional. Num breve artigo, ou "breves notas" conforme descrição do autor - de escrita directa o Professor Freitas do Amaral afirma que para derrotar o terrorismo há que o combater "com firmeza... mas também com inteligência". Para atingir tal objectivo nada melhor que fazer accionar os mecanismos necessários da União Europeia - assegurando ao mesmo tempo um papel firme...e inteligente para Portugal.

Nada como umas breves notas de para aferir da posição do Professor que apoiei em 1986 (ainda sem poder votar...)... Ainda me lembro das palavras de ordem de então - "Com Freitas do Amaral vamos ganhar o Mundial". Não foi eleito Presidente (por poucos votos...) e quanto ao Mundial... tivémos a greve de Saltillo e o infâme "vai-te embora ó Melga"... Quanto às declarações do outro senhor... comparando a presente guerra contra o terrorismo com a descolonização - apelando ao diálogo... deixo a outros o prazer de comentar tais pensamentos...

sexta-feira, março 12, 2004

Mais palavras para quê? 

Mi más profundo pesar por esta masacre tan sanguinaria y feroz como inútil e insensata. No hay justificación alguna tras la que puedan soñar con escudarse los autores de este acto bestial y ciego. Toda la gente comparte hoy el dolor de España.

Mais um motivo para que na nossa terra pensemos um pouco mais - e de forma realista - no nosso vizinho.

Um momento de dor mas que não deve nem pode nunca ser esquecido. Por agora a dor com os nossos irmãos.


quinta-feira, março 11, 2004

Nem bom vento... 

Estranho a falta de interesse generalisado da nossa mídia pela campanha eleitoral no país vizinho. Percorrendo os vários jornais da nossa ocidental praia pouco ou nada nos dizem sobre o que realmente se debate nas "nossas costas".

Já vivemos demasiados anos de costas voltadas e apesar de tudo a Espanha tem que servir para um pouco mais que para ser objecto de crítica fácil de "compromissos" mediáticos de cariz passageiro e para pouco mais que para inglês ver.

Se realmente pretendemos que os "nuestros hermanos" - se os apelidamos com tanto carinho fraternal deve ser porque os irmãos, ao contrário dos amigos, não se escolhem - nos levem a sério comecemos primeiro por levar a nossa relação com eles um pouco mais a sério.

Comecemos por entender Espanha, a sua diversidade, as suas complexas tensões constitucionais, etc.

Comecemos por observar o dinamismo das diferentes regiões ou retalhos que compõem o Reino Borbón.

Comecemos por exemplo por entender a importância das eleicções autonómicas da tão próxima e ao mesmo tempo tão afastada Andaluzia. E se os nossos pasquins não estiverem interessados, puxemos do "portiñol" enferrujado e ataquemos os "periódicos" dos vizinhos. Qualquer um deles (desde os nacionais El País, El Mundo ou ABC, passando pelos regionais ou locais Vanguardia, Diario de Sevilla, etc) serve para entender de forma rápida e legível o que pensam e como irão agir aqueles que governarão essa massa de terra que nos separa dos pirinéus.

Continuar a criticar a "fúria" espanhola ao mesmo tempo em que compramos fatos na "Massimo Dutti", t-shirts na "Zara", tomamos umas tapitas naqueles "frachisados" de inspiração basca, e termos de aprender espanhol para ler as etiquetas de roupa ou as embalagens de produto de supermercado não parece ser opção.

Para mais, o futuro chefe de estado do reino vizinho chama-se Filipe. Onde é que já vi isto???

Mais de 1.000 mortos por dia 

devido à obesidade e falta de exercício nos EUA apenas. A obesidade ameaça destronar o tabaco como principal causa de morte na America segundo esta peça do Financial Times. Em outros palavras, ou melhor noutros números isto é coisa que equivale a cerca de duas invasões ao Iraque por dia, ou ao número de vítimas de acidentes de viação em Portugal cada quadrimestre. A estatística é mesmo ciência cruel. Sobretudo quando falamos de guerras.

segunda-feira, março 08, 2004

Ainda agora aqui cheguei... 

Andava eu a passear o cão na net e encontrei com esta mensagem do 3 tesas sobre as fusões na bloguesfera. Não é coisa nova mas parece que a moda vai pegar. O que não dá é para impor linha programática ou leis rígidas como alguns bloguistas do burgo. Não dá para perder o norte isso é que não.

sábado, março 06, 2004

A Paixão 

Milhares de blogs comentam e muitos mais irão comentar o novo filme de Mel Gibson sobre as últimas horas de Jesus. Mais uma prova de que a história repete-se. Deve ser coisa para vender jornais - ou aumentar o visionamento e leitura de blogs mas cada vez que sai um novo filme ou livro sobre a vida de Cristo lá temos as discussões de sempre.
Para melhor entender a polémica resolvi ver a obra. Imaculadamente realizado por um devoto Gibson dado desde alguns anos atrás a investir nestes épicos históricos este filme é antes de mais uma obra de alto risco. Um tema explosivo como todas as tentativas de interpretação de fenómenos religiosos, sem grandes nomes no cartaz (com a excepção do actor que personifica JC quase todos são estrelas do cinema italiano e practicamente desconhecidos fora da cena transalpina), de um realismo gráfico raramente visível em filmes do género e inteiramente falado nas línguas da faladas então na região (aramaico, hebreu e latim), esta obra é antes de mais um acto de coragem. Nos tempos de hoje em que o cinema encontra-se marcado pela divisão entre a busca pelo lucro (acção ou comédia de inspiração hollywoodesca) e a subsidio dependência do cinema europeu e que se diz - erroneamente - independente, Mel Gibson investiu muito do seus créditos para levar a cabo uma obra que iria sempre ser controversa. Decerto que muitos irão escrever sobre o papel dos judeus, da atitude do ocupante romano e dos seus deslavados e ébrios soldados. Outros irão discorrer sobre a inumanidade e disproporcionalidade da violência gráfica como dizendo que o ser humano não é uma besta e nunca será capaz de fazer tal coisa ao seu semelhante... Assim sendo apenas chamo a atenção para o lado relacional patente desde o início até à última cena do filme. Esta é sem dúvida uma obra arriscada escolhendo um tema controverso e uma apresentaçao tão realista para sublinhar o que há de mais positivo entre os homens e as mulheres deste mundo.

Sem dúvida o melhor filme de 2004.

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